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Perda auditiva moderada: riscos da falta de tratamento

Perda auditiva moderada riscos da falta de tratamento

Alguém fala com você em um volume normal e você não consegue entender. Então, vem a dúvida: será que não estou ouvindo bem? Em seguida, um carro passa e buzina. Você ouve perfeitamente e pensa: não, está tudo certo. Esse é o dilema que quem tem perda auditiva moderada e convive entre sons e silêncio, muitas vezes, sem perceber realmente sua condição.

No grau moderado, a perda auditiva pode até mesmo ser difícil de detectar, já que sons mais fortes, como a buzina do carro que passou na rua, podem ser ouvidos, mas a audição já não funciona tão bem em uma conversa e, quando se dá conta, lá está você fazendo leitura labial para conseguir interagir.

Por estar sempre nesse limiar entre ouvir e não ouvir, a pessoa com perda auditiva moderada pode ficar em dúvida se necessita de tratamento, mas a resposta de todos os especialistas para esse questionamento é sim! Então, se você tem o diagnóstico, não adie mais seu tratamento, pois você está comprometendo seu bem-estar e se colocando em risco, como vamos mostrar neste artigo. Acompanhe.

 

O que é perda auditiva moderada?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica a perda auditiva em quatro graus, de acordo com a percepção e entendimento dos sons. O nível moderado é o segundo estágio na escala que começa com o leve e vai até o profundo.

No grau leve, ainda é possível conversar normalmente, a não ser que a pessoa esteja muito distante ou haja muito barulho em volta. Já quando uma pessoa tem perda auditiva moderada, ela pode até ouvir sons mais altos, como um liquidificador ligado ou pessoas falando em tom de voz elevado, no entanto, se a conversa for em tom normal ou se a TV estiver ligada em volume não muito alto, apesar de perceber um ruído, não consegue compreendê-lo.

 

Riscos de adiar o tratamento

 

Evolução para graus mais altos

Se você ignora a perda auditiva em grau moderado, ela pode evoluir para o estágio severo, quando quase nada é compreensível. O diálogo torna-se impossível sem leitura labial e não é possível identificar até sons mais altos, como um cachorro latindo ou telefone tocando.

Além dos prejuízos óbvios para o dia a dia, o agravamento do quadro também compromete o tratamento mais tarde. A adaptação fica mais difícil e pode ser necessário um aparelho auditivo maior, enquanto quem trata o problema logo no início pode ter bons resultados com próteses mais discretas.

 

Dificuldades pessoais e profissionais

Sem conseguir interagir em um diálogo normal, surgem diversos contratempos que afetam tanto a vida pessoal quanto profissional de quem tem perda auditiva em grau moderado. 

Falar ao telefone torna-se mais difícil, e estar em grupos fica cada vez menos agradável, devido ao esforço necessário para compreender as falas. Por tudo isso, a pessoa com deficiência auditiva moderada pode começar a evitar o contato social, aumentando as chances de desenvolver depressão e ansiedade no futuro.

Com as limitações da audição, seu desempenho também será prejudicado no ambiente de trabalho, pois terá dificuldades para realizar uma série de tarefas. Além disso, pode ser julgado equivocadamente como alguém indelicado, desatento e negligente.

 

Perdas cognitivas e demência

Quanto menos estímulos sonoros você tem, menos conexões o cérebro consegue criar. Com isso, você terá menos referências a serem acionadas pela memória, já que pode esquecer, por exemplo, o som da chuva ou de um passarinho cantando. 

Além disso, a dificuldade para ouvir exige um esforço maior para realizar algumas tarefas, levando a uma sobrecarga cerebral. Esse conjunto de fatores deixa a pessoa com perda auditiva não tratada mais suscetível a quadros de Alzheimer e demência, principalmente se já existe predisposição.

 

Riscos de acidentes

Para quem tem perda auditiva moderada, o risco de acidentes é frequente, uma vez que não consegue ouvir, por exemplo, uma bicicleta se aproximando. Com o cérebro menos atento aos sons, a pessoa fica exposta a muitos perigos, desde um cachorro correndo em sua direção até um carro silencioso passando próximo.

 

Busque o diagnóstico e tratamento adequado

De acordo com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, as pessoas demoram cerca de sete anos para procurar um médico e outros dois para iniciar o tratamento da perda auditiva. Com todo esse tempo perdido, não só os graus podem evoluir como muitas complicações surgem, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.

Então, nada de ignorar sua dificuldade para ouvir, mesmo que você não sinta impactos tão intensos em sua rotina. Aos primeiros sintomas, procure um otorrino e faça uma avaliação de sua audição, prevenindo mais transtornos. Não tenha medo do diagnóstico de perda auditiva. Se for necessário, o uso de aparelhos pode trazer grandes benefícios para você.

 

 

Mesmo em grau moderado, a perda auditiva pode impor muitas limitações e deixar o problema de lado leva a uma série de consequências sérias, como você viu neste artigo. 

Caso você ou um familiar esteja percebendo dificuldades para ouvir alguns sons, busque orientação médica e, se já tiver o diagnóstico, procure a Audiofisa para lhe auxiliar na escolha e adaptação aos aparelhos auditivos. Atualmente, há muitos aparelhos adequados à perda auditiva moderada e que podem restabelecer sua audição com grande eficiência.

Se a sua preocupação é quanto ao funcionamento e qualidade do som proporcionado pelo aparelho auditivo, oferecemos um teste gratuito para você avaliar na prática como o tratamento funciona. Clique aqui e solicite seu teste no DF.

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