Surdez neurossensorial: entenda o que é

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Muito se fala sobre a surdez neurossensorial, mas poucas pessoas sabem exatamente o que ela significa. Se este é o seu caso ou o caso de alguém que você conhece, prossiga com a leitura deste conteúdo e entenda melhor do que se trata este problema.
Boa leitura.

O que é a surdez neurossensorial?

Antes de aprofundar o tema, é extremamente importante compreender o que é a surdez neurossensorial.

Ela nada mais é do que a perda de audição que ocorre devido a problemas no ouvido interno – na cóclea – ou acontece nas vias que vão do ouvido interno diretamente ao cérebro.
É considerada por médicos e especialistas o tipo mais comum de surdez permanente, sendo ainda mais frequente com o envelhecimento.

O que acontece com a pessoa que possui surdez neurossensorial?

Normalmente, a pessoa com este problema auditivo tende a ter a capacidade de ouvir sons mais fracos reduzida. Este fator pode ocorrer inclusive quando o som é alto o suficiente para se ouvir, mas para quem possui a surdez neurossensorial ele tende a não ser claro ou é mais ‘abafado’.

Quais são as causas?

Além da idade, que é um dos fatores principais do problema, existem outras causas que incluem:

  • Hipertensão;
  • Diabetes;
  • Exposição a barulhos altos;
  • Doenças ou vírus na região dos ouvidos;
  • Tumores;
  • Malformação do ouvido interno;
  • Doença de Ménière;
  • Infecções no ouvido;
  • Traumas na região da cabeça;
  • Doenças auriculares autoimunes.

Quando buscar por auxílio médico?

Assim como outros problemas nos ouvidos e região, ao notar qualquer incômodo é fundamental buscar por um especialista. Mesmo que o problema não seja grave, só alguém especializado pode dar o diagnóstico exato.

O especialista verifica se o problema é resolvível facilmente, o que pode ser inclusive um acúmulo de cera – sendo um problema mais simples, ou se é necessário um tratamento e/ou o uso de aparelhos auditivos.

Informações relevantes

  • O diagnóstico precoce é essencial, já que quanto mais cedo for descoberto, melhor o resultado do tratamento;
  • Em cerca de 95% dos casos de surdez neurossensorial o uso de aparelhos auditivos é suficiente para diminuir os incômodos do problema;
  • No caso da perda auditiva neurossensorial mais severa, a melhor forma de resolver é problema é através de um implante coclear.

Esperamos que o conteúdo tenha te ajudado a entender um pouco mais sobre esta questão. Se você gostou, compartilhe nas redes sociais para informar amigos e familiares. Qualquer dúvida, entre em contato com os nossos especialistas. Nos vemos no próximo conteúdo! Conte com a AudioFisa.

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Fga. Ariane Gonçalves

Fonoaudióloga • CRFa 5-11150

Graduada em Fonoaudiologia pelo Centro Universitário Planalto do Distrito Federal, Ariane Gonçalves possui pós-graduação em Audiologia Clínica e Ocupacional pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia.

Atua com foco em avaliação auditiva, adaptação de aparelhos auditivos e acompanhamento fonoaudiológico, ajudando pacientes a retomarem a conexão com os sons e a qualidade de vida por meio de um atendimento humanizado, cuidadoso e orientado às necessidades de cada pessoa.

Na AudioFisa, participa da produção e revisão de conteúdos educativos sobre saúde auditiva, exames, perda auditiva e reabilitação auditiva, sempre com base em informação clara, responsável e acessível.

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