Checklist para envelhecer bem

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Quando começa a terceira idade, vem com ela os problemas relacionados à saúde, às vezes, negligenciada anteriormente. Para envelhecer bem e de forma saudável, é necessário observar alguns aspectos. Acompanhe!

Otimismo e confiança

Uma dos principais fatores que podem contribuir para um envelhecimento saudável é o otimismo relativo ao futuro. Não se pode ter medo de morrer ou se assustar com possíveis doenças. A autoconfiança ajuda a entender a morte de uma forma natural. Segundo pesquisas, as pessoas que aceitam essa etapa da vida com naturalidade, sem receios, têm até 40% de chances de se recuperarem de uma doença quando comparadas com as que consideram a velhice um transtorno. Diante disso, tente sempre manter a confiança na sua vida.

Alimentação saudável

Com certeza, a alimentação rica em gorduras, açúcar, carboidratos e embutidos influencia muito na redução da expectativa de vida, contribuindo para doenças cardíacas e aumento da diabetes tipo 2, entre outras igualmente graves.

Como cada indivíduo é único, tanto física quanto mentalmente, o ideal é consultar um nutricionista para estabelecer um cardápio saudável levando em conta as peculiaridades do paciente.

Para uma vida saudável e de ótima qualidade de vida, é necessário dar prioridade para o consumo de mais grãos integrais, carnes magras, vegetais e frutas. Importante também diminuir o sal, preferir alimentos naturais e ingerir muita água. Assim, evitam-se doenças cardíacas, AVCs e outros problemas por vezes fatais.

Exercícios físicos

Para uma vida longa e saudável, é fundamental a prática regular de exercícios físicos. Segundo pesquisas, sobretudo nas mulheres, ocorre uma perda de massa muscular de 25% entre os 30 e 70 anos de idade.

Entre os vários tipos de exercícios, os de musculação são mais indicados porque mantém a massa muscular. Além disso, reduzem as chances de problemas de memória como consequência do aumento da idade.

A principal doença entre pacientes idosos é a Doença de Alzheimer que aflige cerca de 70% das pessoas da terceira idade. Com base nesse dado, vem sendo pesquisado se as pessoas que praticam exercícios regularmente teriam mais chance de não desenvolver a doença.

A relação de exercícios físicos e saúde mental ocorre devido a estimulação do hipocampo, região cerebral associada à aprendizagem.  

O sono nosso de cada dia

Mais um item fundamental: dormir bem ajuda muito a saúde. A falta de sono pode aumentar o peso, além de facilitar o desenvolvimento de doenças cardíacas e diabetes.

Além disso, o sono faz com que o organismo libere hormônios que restabelecem o colágeno e a elastina, substâncias responsáveis por uma boa pele, por exemplo.

Fumo

O hábito do fumo aumenta consideravelmente o risco de câncer, enfisema pulmonar, ataque cardíaco, hipertensão, impotência sexual e muitos outros males.

Relações sociais

A solidão prejudica muito a saúde, principalmente a mental. Por isso, é importante uma boa relação com amigos e familiares. Já foi comprovado que ter laços fortes de amizade aumenta a vida em até 10 anos e previne uma série de doenças. Pessoas com mais de 70 anos têm 22% mais chance de chegar aos 80 se mantiverem relações de amizade fortes e ativas.

Check up anual

Por último, mas não menos importante, é recomendado o acompanhamento sistemático da pressão arterial, dos níveis de colesterol e triglicerídeos, glicemia e peso. Ainda, é necessário sempre avaliar tanto a saúde ocular como a saúde auditiva com o passar da idade. Muitas vezes, um aparente isolamento de uma pessoa mais velha se dá pela dificuldade de interagir diante de algum problema de saúde. Por exemplo, um idoso com perda auditiva pode deixar de participar das conversas por não conseguir compreendê-las. É importante ficar atento a sinais de mudança de comportamento e, principalmente, manter o hábito de fazer este check up anual.

Gostou das nossas dicas sobre como envelhecer bem? Saiba mais sobre perda auditiva em idosos, entendendo o que é e como tratar.

Os tipos mais comuns de deficiência auditiva e como identificá-las
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Fga. Ariane Gonçalves

Fonoaudióloga • CRFa 5-11150

Graduada em Fonoaudiologia pelo Centro Universitário Planalto do Distrito Federal, Ariane Gonçalves possui pós-graduação em Audiologia Clínica e Ocupacional pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia.

Atua com foco em avaliação auditiva, adaptação de aparelhos auditivos e acompanhamento fonoaudiológico, ajudando pacientes a retomarem a conexão com os sons e a qualidade de vida por meio de um atendimento humanizado, cuidadoso e orientado às necessidades de cada pessoa.

Na AudioFisa, participa da produção e revisão de conteúdos educativos sobre saúde auditiva, exames, perda auditiva e reabilitação auditiva, sempre com base em informação clara, responsável e acessível.

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